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Arimathéia Otto

Ser boiada ou vaqueiro?

Sua marca e/ou agência é daquelas que segue todas as “tendências” atuais e repete tudo o que é esperável sem gerar nenhum conceito novo ou que fique presente na mente do consumidor?

Não se assuste com isso. Assuste-se em pensar como esse tipo de profissional vem sendo formado para atuar dessa maneira. Aí sim está o foco do problema: uma geração criada para seguir o rebanho e se anexar ao grupo preestabelecido mais próximo.

É o conforto de não precisar ser vaqueiro e desafiar ou criar novos conceitos.

Venha dar uma chicotada nessa primeira geração a gerar um trilhão de dólares de PIB negativo.

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Arimathéia Otto

Comendo as bordas da pizza de SP

Apesar de apostarmos mais no sul (linguagem + universo de crenças), criamos e produzimos ações para cada vez mais marcas dos antigos “centros da propaganda”. Lembro dos antigos comentando como era “chic” ser atendido por uma agência de lá.

Com operações iniciando cedo (ou nem interrompendo) e fazendo uso das vantagens urbanísticas e tecnológicas de uma smart city mundialmente reconhecida, é fácil comer as bordas da pizza de SP e suprir as necessidades de rápidas ações e postagens que o consumidor atual exige.

Tempo é dinheiro e marcas precisam ficar gravadas na mente.

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Arimathéia Otto

Agência dinossauro e agência patinete

É perfeitamente normal tanto agências “clássicas” tentando parecer digitais quanto agências “patinete” seguindo o primeiro modismo mercadológico que apareça confundindo técnicas e impactando o investimento dos anunciantes numa fase de transição do mercado da comunicação.