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Alguém se lembra das últimas campanhas de shopping?

Reflexão – Se você perguntar para o consumidor qual foi a última campanha de qualquer shopping, ninguém se lembra. O interessante é pensar na quantia perdida pelo setor nesse tipo antiquado de comunicação.

Pergunte agora mesmo.

Investimento perdido em “estrutura redundante” e aplicado no esquecimento.

“Ah, mas é a agência intergalática tal…” bla bla bla.

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A minneapolização da publicidade do Sul e a queda do eixo

As grandes agências e as agências grandes de Curitiba e Porto Alegre, já atingiram um nível criativo, empresarial com presença nacional e internacional.

Com o irracional e inflado custo SP, muitas grandes marcas já transferiram suas contas para agências do Sul e vemos todos os dias grandes produções nas telinhas de todo o Brasil feitas fora do antigo eixo. Mesmo nível mas com valor de produção mais baixo.

A massa cinzenta da publicidade brasileira que antes ia para a aquela São Paulo que não existe mais agora produz nos seus próprios centros.

Vários grandes comerciais de lançamentos automobilísticos, cosméticos, moda, institucionais de grandes grupos são produzidos totalmente no Sul.

O diretor de marketing da sua empresa não precisa mais vestir terno para ligar para São Paulo. hehehe

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Primeiro lugar no Brasil, mas não que a gente dê muita importância

Pouca gente sabe mas meu pai foi o criador do primeiro comercial de TV que unia as técnicas de animação (desenho animado) e cinema 35mm no país. Foi na campanha Poupai na Habitasul em Porto Alegre, por volta de 1982-83.

Ganhou o 1º lugar nacional e destaque nos EUA.

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Quando o cliente sustenta uma estrutura redundante

Já temos agências de “propaganda” com mais 100 anos e muita história de talento e pioneirismo. Desde lá, criou-se uma cultura de que quanto maior a equipe maior a capacidade de produção/atendimento.

Um recente estudo, levando em consideração tecnologia, trânsito, bolha cultural, grau de complicação organizacional, interação pessoal e equipe com conteúdo real + estudo/atualização com regularidade, chegou a um gráfico estilo “molecular” provando que um job leva muito mais tempo para ser criado/veiculado numa agência com estrutura grande do que numa com fluxo otimizado.

Chega a ser na casa de 200 a 300% mais tempo perdido pelas marcas na lentidão de reação ao mercado devido a redundância das agências arcaicas.

O custo operacional de manter uma equipe inteira à disposição (caso precise mas sempre cobrada) e suas salas repletas de gente entrando e saindo de reuniões, grupos do café, horas ociosas e rituais repetitivos de modinhas do momento tira poder de promoção de vendas e investimento real nos canais de comunicação. É incrível como “empresas supostamente brilhantes” bancam estruturas redundantes apenas pela “segurança” de contratar uma agência “conceituada” no mercado de “outrora” (desculpe a piada).

Lembra da estrutura molecular que comentei acima? Imagine uma com 10 átomos inteligentes e com cultura acima da média treinada pelo setor e que já interage praticamente por osmose. Cada átomo devidamente equipado com um Mac poderoso, um tablet e um smartphone, que juntos, transferem informação instantaneamente sem a necessidade de nenhuma reunião, ritual arcaico ou modinha do momento. Quando é necessário a contratação de uma área em específico que está fora da molécula, é solicitado o serviço de um profissional focado no assunto e apenas enquanto for necessário.

Não use “agências consagradas” para justificar a sua falta de ousadia em fazer um teste com as novas agências e constatar que desperdiçou milhões que poderiam ter promovido sua marca de maneira correta.

Só para não perdermos a oportunidade de nos exibirmos, no período entre outubro 2019 e março de 2020, a agência Bits + StrongBrands venceu 7grandes agências consagradas” e já administra 3 das 10 marcas mais lembradas em seus respectivos mercados. Pronto. Passou.